Tipos de síndicos no Brasil.

Mostraremos agora os tipos mais comuns de síndicos que atuam no Brasil. Síndico pessoa física condômino, Síndico pessoa física não condômino, Pessoa jurídica não condômina (Síndico Profissional).

Síndico pessoa física condômino ou orgânico e morador.

Normalmente eleito em assembleia é morador e conhece as principais demandas da edificação e dos moradores.

Costumeiramente tem outra profissão ou atividade o que lhe impede de exercer com precisão o cargo EXECUTIVO hora em questão.

Leve-se em consideração que os moradores já conhecem a pessoa tendo-a como honesta.

Riscos

– Falta de tempo por parte do síndico para conseguir atender todas as demandas;

– Possível aumento da taxa de inadimplência;

– Taxas bancárias mais altas dos que as pagas quando utiliza-se administradora de condomínios.

Síndico pessoa física não condômino.

É a pessoa física, estranha ao Condomínio, que exerce a função devidamente eleito em assembleia geral. Pode ser um inquilino, por exemplo.

Também eleito em assembleia deve-se ter o cuidado de observar o tipo de contrato de trabalho. Mesmo sendo morador (inquilino) deverá ter recolhido seu INSS, IR e outros.

Contrata-se pela CLT, carteira assinada, ou contrato com pessoa jurídica. Este é o meio mais plausível. Dependendo de sua remuneração, pode ser uma MEI.

Pessoa jurídica não condômina (Síndico Profissional).

Como já diz o nome, PROFISSIONAL. A contratação de um síndico profissional é uma opção que vêm ganhando destaque nos últimos tempos. O síndico profissional é um indivíduo qualificado que não possui ligação com o condomínio, mas pode ser contratado para exercer a função executiva. 
 
O tipo de gestão, carga horária, por exemplo, precisa ser definido a partir da necessidade do condomínio. Tudo firmado em contrato. Importante levar em consideração suas particularidades para então tomar uma decisão. Independente do tipo de gestão escolhido, o síndico é o responsável pelo empreendimento e sempre deve supervisionar todas as atividades realizadas.                           

O sindico profissional, se for mesmo profissional, segue algumas regras básicas. Entre elas destaca-se a de NÃO COLOCAR AS MÃOS EM DINHEIRO.

Isso mesmo. Sindico profissional não paga nem recebe. Tudo fica a cargo de uma administradora de condomínios que, checará ainda todos os pagamentos. Aliás, outra regra básica é esta: sindico profissional NÃO trabalha sem o suporte de uma administradora.

Sindico é cargo EXECUTIVO. Administradora, ADMINISTRATIVO.

Benefícios.

– ​Economia nos gastos mensais do condomínio;

– Controle total sobre o fluxo de caixa do condomínio;

– Mais transparência em relação às informações financeiras do condomínio;

– Assistência imediata aos condôminos e às necessidades da edificação;

– Dinamismo;

– Fim da inadimplência;

– Sempre atualizado com tecnologia;

– Solução de conflitos, etc.

Em todos os casos deve-se tomar cuidado para não adquirir um PASSIVO TRABALHISTA para o condomínio.

Mesmo sendo eleito em assembleia, se não houver um contrato onde ele, o sindico, tem CNPJ, e sem registro em carteira, este sindico que jamais foi ou é profissional, irá levar a edificação à Justiça do Trabalho.

Alguns irão dizer: mas ele foi eleito em assembleia e consta na ata registrada em cartório.

E dai?

Ele arruma duas ou três testemunhas falsas alegando que ofereceu contrato por CNPJ, mas lhe foi negado posteriormente.

Assim agem os PICARETAS em qualquer situação ou atividade. 

Mas e o Juiz? Como ele verá a situação? Sabe-se lá o que se passa na cabeça do Juiz nessas horas? Temos exemplos claríssimos partindo da mais alta corte do país. STF.

Não arrisque. SINDICO PROFISSIONAL DE VERDADE tem CNPJ e emite nota fiscal.